Vitória - ES
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Capital Vitória - ES                               
Area (Km²)   46 077,519
Números de Municípios 78
População estimada em 2010 3 512 672

 

 
Atilio Vivacqua 1 - ES Atilio Vivacqua 2 - ES Atilio Vivacqua 3 - ES Atilio Vivacqua 4 - ES

Atilio Vivacqua - ES

Atilio Vivacqua - ES              Espirito Santo - ES             
População 9 840
Atílio Vivácqua é um município da região sul do estado brasileiro do Espírito Santo. Sua população estimada em 2004 era de 9.179 habitantes.

História

   

A história do município de Atílio Vivacqua está ligada à colonização de Cachoeiro do Itapemirim. Desde as primeiras investidas de desbravamento, nos primórdios do século passado, quando chegaram os primeiros aventureiros atraídos pelo ouro existente nas Minas de Castelo, então denominadas pelos índios Puris, até o ano de 1963, o atual município de Atílio Vivacqua, foi distrito cachoeirense, com a denominação de Marapé.
A lei estadual nº 1916 de 30-12-1963, criou o município com a denominação de Atílio Vivacqua, em homenagem ao grande Jurisconsulto e Senador capixaba, Dr. Atílio Vivacqua.
A instalação do município ocorreu a 10-04-1964.
Formação Administrativa
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Cachoeira de Itapemirim o distrito de Sã Gabriel do Muqui.
Pela lei nº 933, de 06-12-1913, o distrito de Sã Gabriel do Muqui passou a denominar-se São Felipe.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de São Felipe figura no município de Cachoeira de Itapemirim.
Pelo decreto-lei estadual nº 15177, de 31-12-1943, o distrito de São Felipe passou a denominar-se Marapé.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948 o distrito já denominado Marapé figura no município de Cachoeira de Itapemirim.
Em divisão territorial datada de I-VII-1955, o distrito de Marapé permanece no município de Cachoeira de Itapemirim.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de I-VII-1960.
Elevado à categoria de município com a denominação de Atílio Vivacqua, pela lei estadual nº 1916, de 30-12-1963, desmembrado de Cachoeira de Itapemirim, sede no atual distrito de Atílio Vivacqua ex-Marapé. Constituído de distrito sede. Instalado em 10-04-1964.
Em divisão territorial datada de I-I-1979, o município é constituído distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2003.
Alteração toponímica distrital:
São Gabriel do Muquí para São Felipe alterado, pela lei nº 933, de 06-12-1913.
São Felipe para Marapé alterado, pelo decreto-lei estadual nº 15177, de 31-12-1943.
Marapé para Atílio vivacqua alterado pela lei estadual nº 1916, de 30-12-1963.

Primórdios

Antigamente seu nome era Marapé, sendo que até hoje é conhecido por esse nome. Era apenas um distrito de Cachoeiro de Itapemirim, mas foi emancipado pelo governador Atílio Vivacqua em 1963. É um município calmo, típico de um município de interior. Com as maiores riquezas e belezas naturais, ainda não exploradas economicamente.

Economia

A economia local está em um estágio de evolução, por ser uma cidade do interior, há uma grande produção de matéria prima agrícola, como leite e plantações de café. Entretanto, aos poucos vem se industrializando, principalmente no setor de rochas ornamentais. Já, o comércio local ainda é pequeno não possuindo grande lojas e marcas.

Cultura

A cultura é preservada, como blocos de boi pintado, quadrilhas, as folias de reis e festa expopecuária, entre outras. A cultura local é típica de um município interiorano, havendo um incipiente artesanato.

Um município com costumes típicos de cidade do interior. As famílias são numerosas e geralmente moram perto.

Na paisagem urbana, destacam-se as casas antigas conservadas.

Atrações turísticas

As riquezas naturais dão um toque especial ao município, sendo que o turismo ainda não se desenvolveu suficientemente. Dentre as atrações, destacam-se:

    A Pedra do Moitão, que é símbolo do município, sendo um ótimo local para uma caminhada em subida, que compensa pela visão maravilhosa da região.
    O Poço Dantas, que é um riacho que foi represando naturalmente, onde é muito frequentado pelos moradores no verão, e no caminho poderá ser visto um moinho da época dos escravos.
    A Pedra das Caveiras, que fica logo acima do poço Dantas, e era rota de fuga dos escravos, e uma escalada muito boa para os adeptos da prática.