Manaus - AM
Manaus - AM

Capital   Manaus - AM
Área (km²) 1.570.745,680                                                            
Número de municípios                                         62
População estimada em 2010                             3.480.937

 

 
 
Atalaia do Norte 1 - AM Atalaia do Norte 2 - AM Atalaia do Norte 3 - AM Atalaia do Norte 4 - AM

Atalaia do Norte - AM

Atalaia do Norte - AM Amazonas - AM        
População 15 149
Atalaia do Norte é um município brasileiro no interior do estado do Amazonas. Pertencente à Mesorregião do Sudoeste Amazonense e Microrregião do Alto Solimões, localiza-se a sudoeste de Manaus, capital do estado, distando desta cerca de 1.136 quilômetros.

Ocupa uma área de 76 354,985 km² e sua população, contada pelo IBGE em 2010, era de 15 149 habitantes, sendo assim o quadragésimo sétimo município mais populoso do estado do Amazonas e o oitavo de sua microrregião.

Possui uma área de 76.355 km² representando 4,8611 % do estado, 1,9815 % da região e 0,8987 % de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 04º22'19" sul e a uma longitude 70º11'31" oeste, estando a uma altitude de 65 metros.

Festa do Padroeiro da cidade, São Sebastião (20 de janeiro) Festival Folclórico (mês de junho)

Habitavam primitivamente o território do atual município de Atalaia do Norte os índios Mangeronas, Ticunas, Marubas e Maias. Dos dois últimos vivem ainda remanescentes no referido território. Os Maias conservam-se ainda arredios à civilização.
A região do Javari foi das últimas a ser exploradas, devido aos ferozes selvagens seus habitantes e às doenças endêmicas que ali se alastravam.
Entre os anos 1864 e 1874, ocorreram confrontos na região entre os silvícolas e o pessoal das comissões mistas brasileiro-peruanas encarregadas das demarcações de fronteiras.
O mais antigo núcleo de povoamento é Remate de Males, que, aliás, foi durante vários anos, de 1898 a 1901 e de 1904 a 1928, sede do município de Benjamim Constant. Não se sabem precisamente a data de sua fundação. Entretanto, Anísio Jobim, em “Panoramas Amazônicos”, informa que o povoado se originou de uma cabana à margem de Itecoai, onde habitava o filho de um oficial superior brasileiro, e que a denominação de Remate de Males foi dada em 1890, pelo maranhense Alfredo Raimundo de Oliveira Bastos, que encontrou neste local relativo bem-estar, resolvendo fixar-se como um remate aos seus males. Colocou, então na fachada de seu barracão o letreiro “Remate de Males”, cuja designação se estendeu a todo lugar.
Em 01.12.1938, pela Lei Estadual nº 176 é criado o distrito de Remate de Males, cujo território é o mesmo do município de Atalaia do Norte.
Em 1943, é fundado no seringal Cametá o povoado de Atalaia do Norte, cujo ato contou com a presença do interventor federal no Estado, o Dr. Álvaro Maia.
A Lei Estadual nº 96, de 19 de dezembro de 1955, criou o município de Atalaia do Norte, desmembrado de Benjamim Constant e constituído pelo distrito do mesmo nome (antigo distrito de Remate de Males), elevado então à categoria de cidade com a denominação de Atalaia do Norte.
Em 23/02/1956, ocorreu a instalação do município, sendo seu primeiro prefeito nomeado pelo governador do estado, o senhor Theóphilo Casimiro Brasil.
Em 04.06.1968, pela Lei Federal nº 5.449, o município é enquadrado como “Área de Segurança Nacional”.
Em 1980, o povoado originado de uma cabana à margem do rio Itacoai recebe o nome de Remate de Males é sede do município de Benjamim Constant. 

- Agricultura: tem como principal cultura a mandioca, registrando-se também: abacaxi, arroz, batata-doce, cana-de-açúcar, feijão, fumo e milho. Destacam-se culturas permanentes como: abacate, banana, caju, coco, laranja e limão.
- Pecuária: não tem nenhum peso para a formação econômica do setor primário, resumindo-se em algumas poucas cabeças de bovinos e suínos.
- Pesca: a pratica é artesanal, para a subsistência, não concorre para a formação econômica do setor.
- Avicultura: praticada em moldes domésticos, voltados para a subsistência das famílias, não aparece como item gerador de renda.
- Extrativismo Vegetal: essa atividade representa a maior fonte geradora de divisas para o município e, em geral, o largo uso de mão-de-obra local, destacando-se em primeiro lugar, a exploração da borracha e madeira.