Manaus - AM
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Capital   Manaus - AM
Área (km²) 1.570.745,680                                                            
Número de municípios                                         62
População estimada em 2010                             3.480.937

 

 
 
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Itapiranga - AM

Itapiranga - AM Amazonas - AM
População 8 200
Itapiranga é um município brasileiro do estado do Amazonas. Faz parte da mesorregião do Centro Amazonense e da microrregião de Itacoatiara.

Itapiranga é um município amazonense que se encontra em plena bacia hidrográfica do Rio Amazonas. É banhada tanto pelo Rio Urubú, quanto por um dos inúmeros paranás do Rio Amazonas, chamado de Paraná de Itapiranga.

Faz fronteira direta com Silves, bem como é próxima de São Sebastião do Uatumã, como Urucará.

Apesar de não ser tão próximo, tem conexões facilitadas com o Rio Uatumã, no qual a pesca do Tucunaré é bastante apreciada.

Localiza-se na latitude 02º44'56" sul e longitude 58º01'19" oeste, estando a uma altitude de 43 metros. Sua população estimada em 2007 é de 9.141 habitantes.

Possui uma área de 4.249,629 km².

Silves, primeira sede do município de Itapiranga, foi o primeiro núcleo Europeu, criado em território do atual estado do Amazonas. O povoamento da região tem seu marco inicial na fundação da Missão do Saracá, por Frei Raimundo, da Ordem das Mercês em 1660. Habitavam a região os índios Caboquenas, Buruburus e Guanavenas.
A denominação de Saracá dada à missão, pelo seu fundador, originou-se no lago em cujo centro se encontra a ilha de Silves ou de Saracá, onde se instalara a missão. Em 1663, sangrentas lutas são travadas entre os colonizadores portugueses e os silvícolas, próximos ao Rio Urubu. Em 25.11.1663, Pedro da Costa Favela, chega à foz do rio Urubu, aí desembarcando parte de sua tropa para a manutenção da ordem. Em 1759, a aldeia de Saracá é elevada à Vila, com a denominação de Silves e como sede de município de mesmo nome no qual se integrava o território que hoje constitui Itapiranga. Em 1833, o município de Silves e outras localidades perdem a categoria de vila. Em 21.10.1852, pela Resolução nº 04, é restabelecido o município. Em 01.02.1873, pelo Decreto Imperial nº 5.210, o termo judiciário de Silves foi anexado ao de Serpa (atual Itacoatiara). Em 26.04.1876, pela Lei nº 341, criou-se a comarca de Itacoatiara. Em 27.09.1911, pela Lei nº 682, o termo de Silves passou a subordinar-se a comarca de Urucará. Em 1913, com a extinção da Comarca de Urucará, voltou ao termo de Silves a integrar a comarca de Itacoatiara. Em 25.03.1922, pela Lei Estadual nº 1.138, a sede do município é transferida para Itapiranga, sendo este povoado elevado à Vila. Em 27.02.1925, pelo Decreto Estadual nº 23, a sede do município retorna para Silves. Em 1930, pelo Ato nº 45, o município é anexado ao de Itacoatiara,
Em 14.01.1931, pelo Ato nº 201, a sede da delegacia municipal é fixada em Itapiranga, elevada posteriormente à Vila, de acordo com o Ato nº 354, de 20 de março do mesmo ano. Em 1935, com a reconstitucionalização do estado, Silves volta a ser município autônomo. Em 31.03.1938, pelo Decreto-Lei Estadual nº 68, o município de Silves passou a denominar-se Itapiranga. Em virtude desse mesmo Decreto é elevada a sede do município à categoria de cidade. Neste mesmo, pelo Decreto-Lei Estadual nº 69, o município de Itapiranga figura com um só distrito. Pelo Decreto-Lei Estadual de 1º de Dezembro do mesmo ano, é criado o distrito de Silves, passando então o município de Itapiranga a constituir-se de dois distritos: Itapiranga e Silves. Em 11.03.1941, pelo Decreto Estadual nº 540, o termo de Itapiranga foi extinto. Em 05.03.1945, pelo Decreto nº 1.400, figura como termo da comarca de Itacoatiara. Em 24.12.1952, pela Lei Estadual nº 226, que reforma a Lei Judiciária do Estado, criou a comarca de Itapiranga.

- Agricultura: mandioca (principal cultura alternativa, mesmo assim, praticada mais como atividade de subsistência), arroz (embrião de produtividade é hoje praticado em pequenas proporções), guaraná (teve uma pequena iniciativa a alguns anos e no presente momento está se expandindo), juta (foi o grande esteio da economia do município até o ano de 1988, sendo hoje praticada em pequena escala).
- Pecuária: atividade embrionária.
- Pesca: atividade de subsistência.
- Extrativismo Vegetal: atividade tradicional mas sem muita produtividade e rentabilidade e tem as seguintes características: cacau (atividade agrícola praticada em pequena proporção, diminuindo a cada ano em função das enchentes e da falta de incentivo), borracha (prática sem representatividade pela falta de estimulo de preços compatíveis), castanha (falta de estímulo pela pratica de preços irrisórios), sorva, cipó titica e outros (foram sendo derrubados para darem lugar as formações de campos para a criação de gado).